jeudi 10 mars 2016

LIVRO: O DIABO ESTÁ AO SEU LADO

O Escriba Valdemir publicou este livro e pode ser comprado impresso ou em e-book no endereço abaixo, além de dezenas de outras editoras e livrarias virtuais. Pode ser lido na íntegra logo a seguir.

https://www.clubedeautores.com.br/book/204955--O_Diabo_esta_ao_seu_lado?topic=desenvolvimento#.VuIzdfkrLIU
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Tive inúmeras experiências com os demônios, e a cada dia tenho novas experiências. Ninguém passa por este mundo sem sentir por algum momento uma perturbação em sua vida. Um vulto que passou por trás de você, uma voz chamando seu nome e você não vê ninguém. Um pesadelo extremamente assustador. Um impulso maligno para fazer algo contrário a sua consciência. Muitas vezes uma voz, como se houvesse outra pessoa discutindo em sua mente com você, te tentando para fazer algo proibido. Cada um fazendo uma retrospectiva da sua vida perceberá que em alguns momentos uma presença maligna o cercou. Não tem como evitar isso. Aliás, quanto mais a pessoa se volta para Deus, mais chances ela terá de sentir o Mal lhe rondando, lhe cercando e espreitando sua vida, porque o Diabo não quer ninguém bem.  



dimanche 17 janvier 2016

ENTENDA A CONGREGAÇÃO CRISTÃ - VOLUME II - CONVENÇÕES DE 1965 A 1971

O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra.Trata-se de uma. crítica textual sobre as deliberações das convenções da CCB entre os anos de 1965 a 1971 Contendo 183 páginas. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:

https://clubedeautores.com.br/book/201801--Entenda_a_Congregacao_Crista__Volume_II#.Vpu8fvkrLIU
http://www.amazon.com/


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A CCB (Congregação Cristã no Brasil) é hoje considerada a terceira maior denominação evangélica do Brasil, só perdendo em membros para a Assembleia de Deus e para a Igreja Batista. Sua história é ligada ao surgimento do maior avivamento espiritual dos Estados Unidos, com os eventos sobrenaturais da Rua Azuza, que deu origem ao pentecostalismo moderno. Dali saíram Daniel Berg que fundou a Assembleia de Deus no Brasil, começando por Belém do Pará, e também pela Rua Azuza passou Luigi Francescon que fundou a Congregação Cristã no Brasil, iniciando a obra no Estado do Paraná. Este livro faz parte de uma série que estuda a evolução do pensamento na CCB, analisando as deliberações das convenções anuais.






mardi 12 janvier 2016

LIVRO: APOCALIPSE COMENTADO PELO ESCRIBA


O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra.Trata-se de uma explicação do Apocalipse versículo por versículo, analisando o texto nos manuscritos grego e interpretando-o, Contendo 356 páginas. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:

https://clubedeautores.com.br/book/200513--APOCALIPSE_COMENTADO_PELO_ESCRIBA?topic=hermeneutica

http://www.amazon.com/apocalipse-comentado-pelo-escriba-Portuguese/dp/1522923144/ref=sr_1_2?ie=UTF8&qid=1452608888&sr=8-2&keywords=apocalipse+comentado+pelo+escriba

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Aqui temos um livro que poderá ajuda-lo a entender o Apocalipse, que sem dúvida é o livro mais difícil de interpretar das Escrituras Sagradas. Nós sabemos a responsabilidade que é interpretá-lo, por isso nos exaustamos para poder compreender as ideias do livro, afinal, a interpretação errônea do Apocalipse faz surgir seitas, e é por isto que surgiram os Adventistas, os Mórmons, e as Testemunhas de Jeová; tivemos que ler muitos comentários e inclusive orar, pedindo entendimento e cremos que a nossa exposição está dentro daquilo que BREVEMENTE DEVE ACONTECER. Esta obra também estuda os manuscritos antigos que serviram de base para a tradução do livro do Apocalipse. O Apocalipse tem um ingrediente de complexidade a mais, porque o texto original continha tantos erros gramaticais que os escribas que faziam copias tentaram corrigir alguns erros, criando variantes textuais, todavia, nada que comprometesse as ideias originais do livro.




samedi 3 octobre 2015

LIVRO: MEMORIAL CRIMINOSO DO PT - VOLUME I

O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra. São 42 capítulos falando dos crimes cometidos pelo Partido dos Trabalhadores. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:

https://clubedeautores.com.br/book/194321--MEMORIAL_CRIMINOSO_DO_PT




lundi 29 juin 2015

CHRISTIAN ASSYRIAN

By Scribe Valdemir Mota de Menezes

Name:Assyria
Capital:Nineveh36° 21′ 34″ N — 43° 9′ 10″ E
Regions:northern Iraq, northwestern Iran, southeastern Turkey and eastern Syria.
Language:Aramaic (Syriac)
Religion:Christian
Nationality:Assyrian
Population:4,036,250
Assyrian flagWelcome to the home of the indigenous Aramaic-speaking Christian Assyrians of the Middle East.
The Assyrians of today are the descendants of the ancient Assyrian people, one of the earliest civilizations emerging in the Middle East, and have a history spanning over 6760 years.
Assyrians are not Arabian or Arabs, we are not Kurdish, our religion is not Islam. The Assyrians are Christian, with our own unique language, culture and heritage.  Although the Assyrian empire ended in 612 B.C., history is replete with recorded details of the continuous presence of the Assyrian people till the present time.
Assyria, the land of the indigenous Assyrians, was partitioned after World War I by the victorious Allies, and is currently under occupation by Kurds, Turks, Arabs and Persians.
The Assyrians are a stateless people and continue to be religiously and ethnically persecuted in the Middle East due to Islamic fundamentalism, Arabization and Kurdification policies, leading to land expropriations and forced emigration to the West.
Welcome to the home of the indigenous Aramaic-speaking Christian Assyrians. 
On behalf of the Assyrians living in the United State and throughout the world, we extend our thoughts and condolences to the families of the victims and to the American nation during the tragic acts of barbaric terrorism inflicted towards all of humanity.
The Assyrians, although representing but one single nation as the direct heirs of the ancient Assyrian Empire, are now doctrinally divided, inter sese, into five principle ecclesiastically designated religious sects with their corresponding hierarchies and distinct church governments, namely, Church of the East, Chaldean, Maronite, Syriac Orthodox and Syriac Catholic.  These formal divisions had their origin in the 5th century of the Christian Era.  No one can coherently understand the Assyrians as a whole until he can distinguish that which is religion or church from that which is nation -- a matter which is particularly difficult for the people from the western world to understand; for in the East, by force of circumstances beyond their control, religion has been made, from time immemorial, virtually into a criterion of nationality. The Assyrians have been referred to as Aramaean, Aramaye, Ashuri, Ashureen, Ashuraya, Ashuroyo, Aturaya, Jacobite, Kaldany, Kaldu, Kasdu, Malabar, Maronite, Maronaya, Nestorian, Nestornaye, Oromoye, Suraya, Syrian, Syriani, Suryoye, Suryoyo and Telkeffee. — Assyrianism verb
 
The Assyrians of today are the indigenous Aramaic-speaking descendants of the ancient Assyrian people, one of the earliest civilizations emerging in the Middle East, and have a history spanning over 6750 years.  Assyrians are not Arabian, we are not Kurdish, our religion is not Islam.  The Assyrians are Christian, with our own unique language, culture and heritage.  Although the Assyrian empire ended in 612 B.C., history is replete with recorded details of the continuous presence of the Assyrian people till the present time.

mercredi 29 juin 2011

REINO MEDIO ASIRIO


El texto abajo, el escriba Valdemir Mota de Menezes ha leido en el sitio:http://www.biblioteca-tercer-milenio.com/genesis/Apuntesde-Historia-De-Mesopotamia.htm


EL REINO MEDIO ASIRIO (1366–1208)



Luego del reinado de Ishme-Dagan, durante 400 años la historia está mal documentada. La expansión de Mitanni deja cercada a Asiria e incluso la somete durante cierto tiempo. Asiria se recompone de esta situación subalterna bajo el reinado de Assur-Uballit I (1366–1330), quizá favorecida por la expedición de Subiluluima que provocó el fin de Mitanni como gran potencia. Durante este reinado Asiria entra en el concierto de los grandes estados y establece relaciones con Egipto, lo que provoca el enojo del rey casita Burna-Buriash.




Con Adad-Nirari I (1307–1275) Asiria reanuda su expansión y convierte en tributario el reino mitanio debido a que los hititas no fueron capaces de proporcionar una adecuada ayuda a este reino vasallo. Con Salmanasar I (1274–1245) se cambia de política, pasando a un control directo, por lo que se termina la autonomía de Hanigalbat (o Mitanni) y la dinastía local es reemplazada por un funcionario asirio. Luego comienza un proceso de sustitución de la población vencida por población asiria, y esta colonización sumada a las deportaciones y a la unificación administrativa hizo que la asimilación asiria de la Alta Mesopotamiafuera rápida.




El imperio llega a su apogeo con Tutulki-Ninurta I (1244–1208) quien penetra en el sector de los Zagros, zona de vital importancia para Asiria por sus riquezas de recursos (madera, cobre, caballos) y asegura el abastecimiento de estos recursos estratégicos. Más allá del alto Tigris, comienza a formarse una agrupación de estados para hacer frente a la expansión asiria en el país de Urartu. También combate contra el reino casita, conquistando Babilonia hasta el Golfo Pérsico. A su muerte, Babilonia recupera la independencia y Asiria atraviesa una serie de conflictos internos.




Luego de esto comienza el período de eclipse que envuelve a todo el medio oriente, aunque Asiria logra conservar intacto su núcleo interior.

La Sociedad y el Estado:

El estado medioasirio es distinto de la ciudad-templo protodinástica, de la ciudad comercial paleoasiria y del efímero imperio de Shamshi-Adad I. Ya no es un centro de tránsito entre el sur mesopotámico y la periferia sino que es el centro del mundo.





La sumisión de los pueblos circundantes es presentada como un acto de defensa propia, de justicia y civilización. El vencedor necesita mostrar que se ha visto obligado a someter al adversario, actuando en defensa de la paz, la justicia y la libertad.



El paso de las actividades comerciales a las agrícolas, lleva a la formación de una clase de grandes terratenientes que reciben tierras por concesión real. Son los miembros de la aristocracia militar y administrativa.

La población está dividida en tres grupos:

- Los dependientes del palacio

- Los campesinos libres de las aldeas (hupsu). Se están convirtiendo en una clase servil, desposeía de sus tierras.

- Los beneficiarios de las tierras del palacio. Son la clase privilegiada.

El ejército está formado por hombres de estas tres clases sociales.

ANTIGUO IMPERIO ASIRIO

El texto abajo, el escriba Valdemir Mota de Menezes ha leido en el sitio:http://www.biblioteca-tercer-milenio.com/genesis/Apuntesde-Historia-De-Mesopotamia.htm

Antiguo Imperio Asirio: (1814–1782)

Colonias comerciales en Capadocia:

Luego de la profunda crisis de desurbanización del 2300 en la región anatolia, hacia el 1900 está documentada la presencia de mercaderes asirios en todos los núcleos urbanos de Anatolia Central. Esta región estaba dividida en un gran número de principados independientes y por sus nombres parece que ya están presenten poblaciones hititas y hatti, además de hurritas.



Estos mercaderes dependían de un Karum, que era un centro de importación y exportación provisto de almacenes generales, servía de banco, cámara de comercio, lugar de pago de los impuestos de peaje. Tenía atribuciones judiciales porque era donde se discutían los litigios entre comerciantes. Cada ciudad importante de Anatolia Central poseía un Karu que dependía del Karum de Kanish (especie de oficina central). A su vez, el karum de Kanish estaba subordinado a las autoridades de la ciudad de Assur.

Los asirios exportaban telas y estaño hacia Capadocia, e importaban capitales (oro y plata) provenientes de sus ventas. Esta época de prosperidad duró un siglo y este se acabó por cambios políticos en Anatolia (hacia 1830 la ciudad de Kanish fue incendiada) y alteraciones políticas en Asiria.




Primer Imperio Asirio:

En 1814 se adueña del trono asirio un príncipe amorrita, Shamshi-Adad I (1814–1782) y en su reinado Asiria se babilonizó en gran medida. Extendió su poder por toda la Alta Mesopotamia, conquistó la ciudad de Mari y controló también el Eufrates Medio. En el oeste su expansión fue detenida por el reino de Aleppo y en el sureste por Eshnunna. Su sucesor, Ishme-Dagan (1781–1742) pierde el control de Mari y al finalizar su reinado, el reino asirio se sume en el desorden y la anarquía, para renacer 400 años más tarde.